Figma Weave, uma plataforma para gerar imagens, vídeos, animações e efeitos

Figma Weave, uma plataforma para gerar imagens, vídeos, animações e efeitos
Figma Weave, uma plataforma para gerar imagens, vídeos, animações e efeitos / Divulgação: Figma Weave

Com a compra do Weavy, o Figma se tornou o Figma Weave, uma plataforma que permite usar diversos modelos de IA para a criação de vídeos e imagens em escala. Assim, os profissionais de criação e design não precisam mais usar diferentes modelos e ferramentas, fica tudo centralizado em um só lugar.

Com a aquisição, o Figma Weave se tornou uma nova empresa, responsável por uma nova plataforma Figma. Essa ferramenta pode ser usada pelos usuários para a criação de imagens, vídeos, animações e efeitos visuais, além da capacidade de edição destes materiais.

Para Dylan Field, CEO e cofundador do Figma, “a aquisição da Weavy representa nossa visão de unir o talento humano à IA, permitindo que as pessoas criem resultados verdadeiramente excepcionais dentro do próprio Figma”.

A Figma já vinha apostando em IA com produtos como o Figma Make, uma ferramenta cria apps a partir de prompts de texto, que foi lançado recentemente no Brasil e América Latina.

Figma Weave quer transformar o generativo em criativo

Com a plataforma, o usuário seleciona o seu modelo de preferência, como o Sora da OpenAI ou o Veo do Google para a criação de vídeos, ou Flux e Ideogram para realismo, e depois pode ajustar a iluminação, textura, criar máscaras em objetos e fazer eventuais correções de cores.

Interface node-baseed do Weavy agora faz parte da plataforma Figma Weave
Interface node-baseed do Weavy agora faz parte da plataforma Figma Weave

A interface é baseada em nós (node-based), assim você pode voltar para cada etapa da criação ramificada para editar ou remixar como quiser, ou seja, um nível de controle altíssimo e fundamental para o desenvolvimento deste tipo de projeto.

Segundo a Figma, a ferramenta dá origem a um “artesanato generativo”, cujo objetivo é “usar a inteligência artificial não para substituir a criatividade, mas para potencializá-la”.

Nick Ellis

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